Diferenças entre Startup e Empresa Tradicional

Você sabe quais são as principais diferenças entre uma startup e uma empresa tradicional?

Esse tipo de dúvida é bastante comum entre pessoas que pensam em abrir um novo negócio. Apesar de semelhantes à primeira vista, esses dois modelos de negócio apresentam variações em estrutura, financiamento, rotinas, objetivos, etc.

Pensando nisso, elaboramos este artigo para esclarecer essas diferenças e sanar suas dúvidas sobre o assunto.

Vem com a gente!

1 – Estrutura do negócio

Geralmente, as startups surgem como foco em uma oportunidade, enquanto as empresas tradicionais costumam surgir por necessidade. Sendo assim, a estrutura desses dois modelos de negócio são diferentes.

Uma empresa tradicional demanda mais rigor no seu planejamento financeiro, bem como uma estrutura hierárquica mais consolidada, com funções muito bem definidas para cada profissional. Por ter um planejamento rígido, o crescimento acaba sendo mais devagar, com resultados previstos para longo prazo.

Já no caso das startups, a estrutura é mais flexível e menos rigorosa. Todos estão preparados para desempenhar diferentes funções, as relações são mais horizontais e toda a equipe encontra-se apta para lidar com eventuais crises e solucionar problemas o mais rápido possível.

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2 – Escalabilidade

Existe um elemento fundamental que caracteriza as startups: a escalabilidade. Isso significa que as empresas que atuam nesse modelo de negócio conseguem atender uma demanda cada vez maior sem aumentar os custos.

Uma empresa tradicional dificilmente consegue ser escalável. Uma padaria, por exemplo, para atender uma demanda maior, provavelmente precisará aumentar seu espaço físico, contratar novos funcionários e intensificar a produção, o que acabaria gerando mais custos. Já a Netflix, que é uma startup e que opera de forma escalável, pode ver a demanda por seus serviços crescer sem precisar aumentar seus custos.

3 – Disrupção

O termo “disrupção” significa “quebra ou descontinuação de um processo já estabelecido”. Um processo disruptivo é aquele que “interrompe, suspende ou se afasta do funcionamento normal”.

No contexto corporativo, a disrupção ocorre quando um negócio surge propondo algo diferente e inovador, rompendo com os padrões já estabelecidos. Essa característica disruptiva é mais uma que difere as startups das empresas tradicionais.

Uma startup gera impacto significativo no mercado em que decide atuar, sendo capaz até mesmo de criar novos mercados de tão inovadora e disruptiva. Já as empresas tradicionais costumam comercializar produtos e serviços já conhecidos pelo público, em nichos de mercado já experimentados por outras empresas, sem romper com o que já está estabelecido.

Novamente vale a pena recorrer ao exemplo da Netflix. Antes, para assistir filmes no conforto de casa, era necessário ir a uma locadora para alugar os títulos de interesse. A Netflix, então, olhou para esse mercado e promoveu uma revolução: hoje as pessoas podem ter acesso a um enorme catálogo de filmes e séries sem sair de casa e pagando um preço mais barato.

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4 – Capital necessário

Uma startup, por ser um empreendimento repetível e escalável, precisará passar por uma série de testes e validações de ideias inovadoras Isso demandará um grande capital, sendo necessários investidores que acreditem no potencial daquela ideia de trazer retornos financeiros.

Já uma empresa tradicional não necessita de tanto capital quanto uma startup. Isso porque esse modelo de negócio já começa com uma estruturação definida e que não precisa passar por grandes transformações e testes até se consolidar.

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5 – Sociedade

Em uma empresa tradicional, os sócios detêm o absoluto controle do negócio. Porém, em uma startup, as coisas podem não ser bem assim.

É bastante comum que os donos de uma startup recorram a investimentos externos para financiar a ideia disruptiva. Porém, como o risco de dar errado é relativamente grande, os fundadores acabam cedendo a participação nos lucros ou o controle do empreendimento.

Dessa forma, o criador da startup pode abrir mão do controle total da empresa a fim de ter acesso aos recursos financeiros necessários para fazer com que a startup cresça.

Essas foram as 5 principais diferenças entre startup e empresas tradicionais. Se você gostou deste artigo, deixe o seu comentário e compartilhe esse conteúdo nas redes sociais. Não se esqueça também de passear por nosso blog; aqui tem vários outros textos sobre temas que podem te interessar.

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Até a próxima!

 

Texto por Victor Alves
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