Case Usina Alta Mogiana

EXPANSÃO NA INFRAESTRUTURA
DE TI DA USINA ALTA MOGIANA.
O desafio da alta disponibilidade.

Soluções de tecnologia da informação (TI) apoiam o dia a dia da operação no setor sucroenergético, ajudando a solucionar alguns dos grandes desafios desse setor: reduzir a quantidade de horas paradas das máquinas e melhorar a eficiência, por meio da expansão da capacidade de infraestrutura do TI.

No caso da Usina Alta Mogiana S.A. – Açúcar e Álcool, localizada em São Joaquim da Barra, contar com essas tecnologias, auxiliando processos administrativos, agrícolas e industriais, tem contribuído muito nos resultados.

Em 2015, foi detectada por parte da Usina, a necessidade de atualização e expansão de sua infraestrutura de TI que, até o momento, era composta por dois datacenters, responsáveis por processar as informações necessárias para a boa performance do negócio.

Nesse contexto, a equipe da Betta, coordenada por Wesley Bonini, atuou como parceira, auxiliando na escolha dos novos equipamentos após uma análise criteriosa dos recursos disponíveis e das necessidades da Usina Alta Mogiana.

Sendo assim, foi decidido que a melhor opção seria a implantação das soluções para sistemas e equipamentos da Oracle, distribuídas no Brasil pela Ingram Micro. Soluções que permitiriam manter os sistemas disponíveis 24 horas por dia, independentemente de fatores como problemas com hardware, falta de energia elétrica, ar-condicionado, entre outros, solucionando a questão da disponibilidade.

A sugestão e o planejamento de execução do projeto foram aprovados pela diretoria da Usina e dois novos servidores Oracle Sparc T7-2 e o software de virtualização Oracle VM Server fizeram parte da solução entregue.

A partir disso, foi iniciada uma nova fase da Usina Alta Mogiana, com uma eficiência ainda maior no controle dos diversos setores da indústria canavieira. Foi feita uma projeção de aumento na produtividade, prevista para 5,7 milhões de toneladas de cana, 9,2 milhões de sacas de açúcar, além de 160 milhões de litros de etanol, com a cogeração de energia elétrica de 174.700 MWh.

O case completo você encontra na Revista IM Magazine INGRAM – Ano 2. N 03, Fevereiro 2017, Páginas 32/33.

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